quinta-feira, 15 de dezembro de 2011

O luto nunca acaba, pois todo dia sua imagem, sua fala em minha memoria é renovada

Mais uma noite e não consigo dormir...

É a lembrança,
é a saudade,
são pensamentos,
é uma tortura.

É a tristeza,
é o egoismo (que não nos deixa entender os planos de Deus),
é a ausencia,
é a falta que tens feito...

Foi embora para o Oriente eterno,
para descansar à sombra do Grande Arquiteto do Universo.

Saudades Pai...

Doi o coração em pensar no Natal sem você... Nosso Natal sempre foi familia

sexta-feira, 11 de novembro de 2011

Querência Submersa - Ruas alagadas após a chuva



Após a chuva na noite de 10 de Novembro de 2011, diversas ruas do município de Querência ficou submersa pela quantidade de água advinda da preciptação pluviometrica, e tambem por falta de planejamento do escoamento de águas pluviais. Veja.

sexta-feira, 20 de maio de 2011

O que tem a ver uma coisa com outra? Palócci, burocracia e a votação do Código Florestal


O Ministro Chefe da Casa Civil, a burocracia e o Código Florestal.

A burocracia é a mãe da corrupção, disso ninguém duvida. A discussão a respeito do Código Florestal está acirrada. Não tem problema, o Ministro chefe da casa civil não consegue nem explicar como seu patrimônio cresceu tanto enquanto era deputado, mas não foi nada desonesto. Claro que não, foram ganhos legais, com consultoria “política empresarial”, pagou até imposto de renda. Mas o que tem a ver o ministro chefe da casa civil com o Código Florestal? Tudo, tudo a ver. Pois os deputados não querem mais ouvi-lo e em troca negociaram a votação do CF para a próxima quarta-feira.
Os deputados conhecedores do assunto falam que colocaram as propostas com inteligência, e vão “votar as propostas que não puni o produtor”. Não se trata de anistiar, o produtor não quer que passe a mão em sua cabeça, apenas quer uma definição para que possa trabalhar em paz. É tanta burocracia, que já não sabe mais o que pode e o que não pode fazer numa propriedade rural.
Fala-se em preservação, reserva legal de 80% para a Amazônia Legal, e em punir quem desmata. Mas veja a contradição, num financiamento agrícola tem mais crédito quem tem mais área desmatada, pois para os analistas do banco “tem mais capacidade de pagamento”.
Verdade seja dita, se houvesse um mecanismo onde preservar fosse economicamente e vantajoso ao proprietário rural, ninguém derrubaria um pau de arvore, todos nós sabemos que temos ganhos ambientais com a preservação, sejamos honestos, nenhum produtor que tem aptidão para lavoura ou gado, vai comprar uma propriedade para cuidar, preservar e obter lucro, você faria?
Ai me perguntam:
E o crédito de carbono?
Fico triste ao contar a verdade, mas não aceitam projetos de carbono em floresta nativa (e com toda razão), pois a floresta clímax (como é chamada a floresta madura) produz quase a mesma quantidade de oxigênio que consome, e isso é um fato científico.
A questão é que não adianta criar leis que não serão cumpridas, sem critérios técnico científicos, baseados mais na emoção que na razão. O que funcionaria muito bem é se alem de flexibilidade, o CF fosse vantajoso “ambientalmente e financeiramente” a aqueles que preservam e/ou produzem utilizando técnicas levando em consideração a sustentabilidade ambiental.
E novamente me perguntam:
Mas esse tipo de coisa já não existe?
E novamente terei que ver seu rosto triste ao pronunciar uma resposta negativa.          
Fala-se em selo verde, isso 14001, agricultura orgânica e por ai vai. Mas ainda não estamos amadurecidos o suficiente para pagar mais num produto, por que ele é “ambientalmente correto”, porque tem um selo verde ou é produto agro-ecológico. Nesse ponto, até mesmo muitos pseudo ambientalista preferem o produto mais barato ou o que ta na moda, nessa hora esquece seus princípios.
Gasta-se milhões em operações pirotécnicas sem resultados, que mais parece um show de horrores, pela angustia que causa a região, mas dizem não ter dinheiro para conscientização, assistência técnica e extensão rural. Assentados ficam a mingua, existe até um comentário que o órgão que deveria defende-los, não tem dinheiro para fazer uma publicação no diário oficial e ainda falta recurso para as diárias, assim quem quiser ser homologado, tem que ajudar com as diárias. Não deve ser verdade...
Pois o governo federal, “nunca antes na história deste país”, gastou tanto com publicidade. Mas deu resultado, pois a nossa presidenta está com altos índices de popularidade.
Mas do que estávamos falando mesmo?
Ah sim! Burocracia. Essa palavra, que conforme conta no dicionário é um substantivo feminino, nos faz lembrar que o prazo para AVERBAÇÂO DE RESERVA LEGAL, encerra-se logo-logo, em nem mesmo foi votado o Código Florestal. Sem contar que aqui no Mato Grosso a averbação da reserva legal é a ultima etapa do licenciamento, que pode demorar anos para ser aprovada. Mas ainda existem aqueles que dizem saber “dar um jeitinho” das coisas andarem mais depressa.
Portanto, eu já vi esse filme, esqueçam as datas, os prazos, as leis, as regras, as palavras digitadas e o tolo que as escreveu. Pois o tempo vai passar, mas esse texto vai ecoar pelo tempo como algo bem atual.












Rodrigo Gomes Vieira, Engenheiro Florestal, Esp. em Gestão e Manejo Ambiental na Agroindústria, Graduando em Administração Pública, ex-candidato a Deputado Estadual.
Twitter: @rodrigogomesvie
Skype: engeheiro.rodrigovieira

ENGENHARIA DO FUTURO E O APOCALIPSE

Um otimo Artigo do meu amigo Ivan:

ENGENHARIA DO FUTURO E O APOCALIPSE

Podemos dizer que a engenharia é a ciência, transformada em profissão, que desenvolve e aplica os conhecimentos matemáticos, técnicos e científicos,  na criação, aperfeiçoamento e uso de  materiais ,  máquinas,  sistemas e processos,  para alcançar um objetivo ou desenvolver um projeto?
Certamente poderemos encontrar definições melhores do que esta, mas para nosso propósito vamos adotá-la.
Para tanto,  a engenharia tem reunido   conhecimentos  e especializações  no sentido de materialização, beneficiando a sociedade, com apoio  aos aspectos  economicos, saúde,  e agora com atenção também voltada ao meio ambiente.
As questões segurança e proteção estão na pauta do dia, em cada projeto pensado: pontes, prédios, estradas, alimentos, vestuários, veículos, equipamentos médicos, medicamentos...
Mesmo nas questões, até então românticas, como a salvação de espécies, por serem demasiadamente técnicas para uns e econômicas para outros, está a engenharia.
Para muitos, o lixo uma vez descartado longe de suas casas deixa de ser um problema, até que o cheiro, a fumaça e o risco de contaminação do lençol freático os atinjam.
Salvar baleias, golfinhos e tartarugas deixou de ser tema apenas de ativistas e começa a ganhar a dimensão necessária.
A mensagem do planeta é muito simples: ”integre-se ou desintegre”.
Não acredita?
Tem idéia dos estragos que provoca um tsunami ou  um deslizamento de terras?
Bom, muitas catástrofes são provocadas por nossas ações impensadas e ocupações de áreas que deveriam ser protegidas.
Não é sem motivos que técnicos vistoriam diariamente e bombardeiam montanhas cobertas de neve, provocando pequenos deslizamentos para evitar grandes avalanches.
Ocorre que a degradação do planeta é muito grande, os estragos não são reversíveis.
Talvez, ao ouvir isso, você diga mais um pessimista, um  fatalista. Basta olhar em volta e observar algumas questões  as quais debatemos muito e fazemos pouco, ou quase nada, frente ao tamanho do problema.
Todo tipo de poluição só aumenta. A própria floresta amazônica chega a lançar mais poluentes em alguns momentos que retirá-los.
O Aquecimento global,  em mais alguns anos, no verão, deixará o polo norte sem qualquer indício de gelo.
Os reservatórios de água cada dia estão mais escassos.
Lencóis freáticos estão sendo contaminados, ainda que pouco sobre o assunto seja dito.  Animais, extremamente importantes para a flora, continuam desaparecendo.  Os oceanos morrem um pouco a cada dia.
O tema é extenso, cada tópico da um livro, uma tese.
A pergunta básica e simples de se fazer é a seguinte: por que o planeta precisa do homem?
Que falta faria o  homem se este desparecesse, como num passe de mágica?
Como seria a terra se nunca tivéssemos existido?
Ora, se não houver contribuição, o sistema trabalhará pela nossa eliminação. Não é o que faz o seu organismo com corpos estranhos?
Quanto mais feroz se tornar o planeta, mais dificil a sobrevivência.
Não é o resgaste da tese do fim do mundo no ano 2.000, nem a defesa das profecias de 2.012, apenas a visão de uma pessoa, privilegiada pelas fantásticas criações da engenharia, que por satélite, na tv, no celular ou na internet, se mantém informada e pode dizer com segurança que a engenharia do futuro não terá como função apenas o conforto e segurança do homem, mas fundamentalmente sua salvação!


Ivan Postigo
Diretor de Gestão Empresarial
Postigo Consultoria Comunicação e Gestão
Fones (11) 4526 1197 / (11) 4526 1197  / (11) 9645 4652 /  (11) 9645 4652
Twitter: @ivanpostigo
Skype: ivan.postigo

sábado, 30 de abril de 2011

Lançamento do Projeto Pingo D'água Legal

Projeto Pingo D’água Legal"
A idéia surgiu em uma reunião da Associação, onde estavam presentes, o Senhor Osmar, Mauri, o Engenheiro Florestal Rodrigo Vieira, e o vice-presidente da Associação Pingo D'água, Douglas melo. "Nessa reunião a idéia começou a  tomar forma, e eu sugeri que  poderiamos fazer uma ação de maneira coordenada e planejada, assim começamos a desenhar o projeto Pingo D'água Legal." Engenheiro RodrigoVieira.
Este projeto é uma iniciativa da Associação Produtores Rurais do P.A. Pingo D’água, em conjunto com seus apoiadores STTR, Prefeitura Municipal, Sindicato Rural e Câmara de Vereadores de Querência-MT.
Tem por objetivo promover a legalização ambiental e fundiária do P.A. Pingo D’água e a desenvolvimento econômico e socioambiental do assentamento.
Para que o objetivo seja atingido, é indispensável que todo parceleiro faça adesão a este projeto, que inicialmente está divido em 3 etapas:
1.    CAR – Cadastro Ambiental Rural: Encaminhamento do CAR de forma individual de cada Lote e isolamento imediato da APP conforme recomendações técnicas do Engenheiro (a) Florestal responsável pelo projeto. Servirá para o desembargo ambiental do lote.
2.    SEJA PARCEIRO – Contribuir com os recursos que se fizerem necessário para a 1º etapa do GEORREFERENCIAMENTO da área total do P.A., visando à regularização do Assentamento.
3.    GEORREFERENCIAMENTO – Encaminhamento da segunda etapa do GEO de forma individual de cada Lote, findando o processo de regularização fundiário com a TITULAÇÂO do Lote.
Quais as vantagens ao Aderir:

·         Oportunidade de se regularizar sem ser punido;
·         Processo é dividido em fases;
·         O parceleiro terá orientação de Engenheiro (a) Florestal;
·         Regularização dos passivos ambientais;
·         Maior agilidade na emissão de licenças ambientais rurais;
·         Regularização do assentamento e Titulação do Lote;
·         Acesso a linhas de créditos e a novas oportunidades de mercado.

Como aderir Aderir ao projeto?
·         Basta procurar a Associação Produtores Rurais do P.A. Pingo D’água, e assinar a ficha de adesão e será informado a respeito dos documentos a ser providenciado.

“FAÇA PARTE DESSA FORÇA”

Iniciativa:
·         Associação Produtores Rurais do P.A. Pingo D’água

Coordenador do Projeto:

·         Rodrigo Gomes Vieira – Engenheiro Florestal

Parceiros:
·         STTR – Sindicato dos Trabalhadores e Trabalhadoras Rurais
·         Prefeitura Municipal de Querência/MT
·         Câmara de Vereadores de Querência/MT
·         Sindicato Rural de Querência

quarta-feira, 27 de abril de 2011

Área de preservação permanente é ponto polêmico do Código Florestal

 

As chamadas áreas de preservação permanente (APPs) - que, em muitas partes do Brasil, foram desmatadas há décadas pra dar lugar à produção agrícola - são um dos pontos polêmicos do novo Código Florestal em discussão no Congresso.
Encosta e topos de morros, assim como as margens dos rios, são consideradas APPs. Ali é proibido retirar a vegetação natural e plantar. É um local frágil, por onde escoa a água que chega aos rios.
Mas o vinho do Sul do país, por exemplo, depende da uva que se desenvolve nas encostas de morros. Outras culturas que estariam irregulares pela atual regulamentação são o café nas encostas de Minas Gerais, o arroz produzido em áreas de várzea e o gado criado no Pantanal. Estão em APPs e, portanto, em condição irregular.
O que fazer com esses produtores? Ambientalistas se baseiam em estudos da sociedade brasileira para o progresso da ciência para pedir a remoção da maioria deles.
Margens de rios
Já o relator do projeto do novo Código Florestal, deputado Aldo Rebelo (PCdoB-SP), propõe regularizar o plantio nessas áreas. E defende também reduzir de 30 para 15 metros a faixa mínima de vegetação que deve ser recuperada às margens dos rios com até 5 metros de largura.
“Se você obriga a recompor, por exemplo, 15 metros de cada lado de um riacho numa propriedade de cinco hectares, ele pode perder trinta por cento da propriedade”, diz o deputado.

Ambientalistas alegam que seria abrir mão de recuperar trinta por cento das áreas que protegem as águas. O déficit das APPs no país é de 440 mil quilômetros quadrados.
“Qualquer diminuição no valor de 30 metros compromete a qualidade e a quantidade de água disponível para a agricultura e para o consumo nas cidades”, diz Carlos Scaramuzza, do WWF.
Num ponto ambientalistas e agricultores concordam: não se pode mais desmatar sequer um metro de área de preservação permanente à beira dos rios.
Há consenso também de que os pequenos produtores vão precisar de ajuda para recuperar as APPs. O município mineiro de Extrema (MG) tem um programa de recuperação de apps que pode servir de referência. Na parceria com os agricultores, a prefeitura faz o reflorestamento das propriedades e também paga para cercar as áreas de preservação permanente.
Na fazenda de João Lopes, de 107 hectares, foram gastos R$ 55 mil para plantar 25 mil mudas de árvores nativas da região e colocar 5 quilômetros de cercas para afastar o gado das nascentes. E o agricultor ainda recebe R$ 1.800 por mês de ajuda de custo.

“Vamos tentar fazer, pelo menos da minha parte, aquilo que mais tarde vai haver necessidade: a água para as próximas gerações que vem vindo aí”, diz Lopes.
A parceria também começa a envolver empresas privadas. Uma fábrica de biscoito vai investir R$ 360 mil nos próximos três anos para recuperar outra propriedade. “Preservando essas nascentes, esses mananciais, nós estamos garantindo mais saúde para a população, para os nossos produtos. Enfim, todos estão ganhando”, ressalta o gerente de Paulo.
A prefeitura de Alta Floresta, no Mato Grosso, conseguiu R$ 2,8 milhões do Fundo da Amazônia para revitalizar nascentes degradadas.
Há um ano, uma área de preservação permanente era pasto para o gado. Ela vem sendo recuperada em um projeto pioneiro, que permite o replantio de vegetação nativa nas APPs junto com frutíferas, como o abacaxi.
É uma forma de geração de renda temporária para o agricultor, enquanto ele espera para viver do extrativismo. Adir Rodrigues vai ganhar neste ano R$ 12 mil com o abacaxi. “Agora, a gente está vendo aqui nova vida vindo e ganhando o dinheiro da gente. Vale à pena, sim, reflorestar”, comenta o agricultor.
Fonte: O Globo
 2011-04-27 - 07:47:00

VILA RICA:Fazendeiro é obrigado a construir creche em Vila Rica por danos ambientais

Como pagamento de indenização em virtude de danos causados ao meio ambiente, o proprietário da Fazenda Porongaba, no município de Vila Rica, extremo nordeste de Mato Grosso, teve que realizar a reforma da creche municipal, no valor de R$ 92 mil. A obra foi inaugurada ontem (25/04). O empresário terá ainda que construir uma praça, orçada em R$ 420 mil.

De acordo com o promotor de Justiça que atua no município, João Batista de Oliveira, a viabilização da indenização foi possível após assinatura de um termo de ajustamento de conduta entre Ministério Público, município e o proprietário da fazenda. O acordo foi firmado após a Promotoria de Justiça da cidade obter uma liminar, em ação civil pública, que garantia o embargo do empreendimento agropastoril construído na referida propriedade.
“Depois de ser deferida a liminar que tornava o empreendimento embargado para exploração agropastoril, o seu representante procurou o MP para uma saída amigável e esta se tornou possível haja vista que o meio ambiente foi colocado em primeiro plano”, explicou o promotor de Justiça.
Segundo ele, o município, que assinou o TAC como anuente, também se comprometeu a disponibilizar um computador com acesso à internet, impressora e alguns utensílios necessários para o funcionamento da creche, como fogão, geladeira, centrífuga, liquidificador e batedeira. Serão realizadas ainda adequações para a melhor acomodação das crianças, além da reforma do parquinho.
A título de indenização, o proprietário da fazenda também comprometeu-se em construir uma praça na cidade com área de 3.980,34 m². A obra, orçada em R$ 420.000,00, será entregue à população em até nove meses e contará com pista de caminhada de 400 metros, parque infantil com diversos brinquedos, quiosque, academia da terceira idade, banheiros com acessibilidade, anfiteatro com palco, espaço de convivência e plantio de espécies de mudas nativas da região.
“Como forma de reparação, a empresa se comprometeu a apresentar um Plano de Recuperação de Área Degradada (Prad), no prazo de seis meses, devidamente protocolizado junto à Secretaria de Estado de Meio Ambiente, com a finalidade de se obter a Licença Ambiental Única, tudo de acordo com as normas do MT Legal”, informou o promotor de Justiça.
A maneira encontrada para a compensação, segundo ele, foi a doação anual de três mil mudas, sendo de no mínimo de cinco espécies diferentes, durante a execução do Prad, ao município de Vila Rica para distribuição aos interessados. “A empresa se obrigou a não construir, reformar, ampliar ou instalar obras ou serviços potencialmente poluidores, sem licença ou autorização dos órgãos ambientais competentes, ou contrariando as normas legais e regulamentares pertinentes sob pena de pesadas multas e ainda a execução específica das obrigações”, acrescentou Oliveira.
(Com Rádio Eldorado e Clênia Goreth)

por Sandra Carvalho